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Vale do Sousa em Destaque

Castelo de Paiva - Felgueiras - Lousada - Paços de Ferreira - Paredes - Penafiel

1.º Trail de Lousada no dia 16

 

 

Trail, Mini Trail e caminhada

 

No domingo, dia 16, vai ter lugar o 1.º Trail de Lousada, numa organização do Clube de Cicloturismo Lousada BTT.

Esta é uma modalidade apreciada e seguida por mais de uma centena de participantes e, para que todos possam participar e experimentar o Trail, a organização decidiu criar um percurso de 15km denominado de Mini-Trail.

Desta forma, os interessados podem inscrever-se no Trail, que tem 25km com o desnível positivo de 1100m e dificuldade média/alta. Podem ainda inscrever-se no Mini Trail, que tem um percurso de 15km com o desnível positivo de 500m e dificuldade baixa. Quem preferir tem ainda a Caminhada Trail, que conta com um percurso de 7km.

O valor da inscrição, no Trail e Mini Trail é de 5€, até dia 10 de novembro, e 7,5€ até dia 15 de novembro. Para a caminhada Trail o valor da inscrição é de 2€ e reverte a favor dos Bombeiros Voluntários de Lousada. Inscrições e todas as informações em www.lousadabtt.net

 

 

CM Lousada

 

 

 

 

 

 

Lousada foi palco da Festa da Animação

 

 

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Fuligem” e “Osmose” foram filmes premiados

 

A Festa da Animação em Lousada chegou ao fim no domingo. Foram seis dias em que o cinema de animação esteve em destaque um pouco por todo o concelho, com a projeção de filmes, oficinas, master classes, exposições, oficinas e demonstrações técnicas, conferências e encontros de estudantes, profissionais e de jovens, dando-se a conhecer ao concelho a enorme riqueza da animação por intermédio das indústrias criativas.

As atividades tiveram lugar na Casa Museu de Vilar, Auditório Municipal, Biblioteca Municipal, Espaço AJE, Conservatório de Música Vale do Sousa, Torre de Vilar e escolas do concelho.

Este ano teve lugar a segunda edição do Prémio Nacional de Animação, um galardão que vem reconhecer e incentivar o trabalho, de grande qualidade artística e técnica, de autores portugueses no domínio da animação, em categorias de filmes de escola e filmes de profissionais. Os filmes nomeados e candidatos ao Prémio Nacional de animação concorreram simultaneamente ao Prémio do Público atribuído pelo público das várias cidades que participaram na Festa da Animação 2014.

“Fuligem” venceu o prémio Nacional de Animação na categoria Profissional e Prémio do Público. A curta-metragem tem música de Rita Red Shoes e The Legendary Tigerman. A realização está a cargo de David Doutel e de Vasco Sá. A produção tem a assinatura de Bando à Parte.

O Prémio Nacional de Animação categoria Escolas foi entregue à curta-metragem “Osmose”, com realização de David Ferreira, João Santos, Margarida Pereira, Pedro Bagina e Rui Silva. Este trabalho foi proveniente da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias.

O que de melhor se faz a nível nacional e internacional”

Na reta final deste evento foi notória a satisfação dos vários intervenientes que tiveram a seu cargo a organização desta Festa.

A opinião do Presidente da Câmara de Lousada, Dr. Pedro Machado, teve a oportunidade de destacar que o evento contempla o que de melhor se faz a nível nacional e internacional, tendo sido Lousada o palco escolhidos para esta edição.

Ainda na opinião do Presidente da Câmara “é uma satisfação receber em Lousada este evento, vindo no seguimento do que tem sido o trabalho realizado pela Casa Museu de Vilar que a autarquia tem apoiado. A oferta cultural no concelho é de excelente qualidade e é sempre uma forma de termos uma sociedade evoluída, dado que sem a área cultural não temos oportunidade de desenvolvimento”.

A opinião do Presidente da Direção da Casa da Animação, Dr. José Miguel Ribeiro, foi também no sentido de que, esta Festa que se realizou pela segunda vez em Portugal, é importante para a divulgação do cinema de animação. Teve ainda oportunidade de salientar que “a parceria que houve entre a Casa da Animação, a Câmara de Lousada e a Casa Museu de Vilar mostraram-se fundamentais para que tudo decorresse muito bem”.

Este modelo da Festa da Animação foi colocado em prática pelo segundo ano em Portugal, sendo Lousada um dos municípios pioneiros nesta área, podendo ser considerado o epicentro deste tipo de atividade.

Para o responsável máximo da Casa da Animação “um dos grandes objetivos desta iniciativa, de caráter internacional, passou por juntar o mundo profissional e o mundo das escolas”.

Foi também evidenciado que é em Lousada, na Casa Museu de Vilar, onde existe o único museu do país que tem como tema de base a Imagem Animada. O cinema de animação vai ganhando notoriedade com os prémios que têm sido atribuídos em concursos internacionais. É também necessário a apoio para este tipo de cinema que requer muito trabalho, exemplo disso é o facto de cada segundo de animação serem necessários 12 desenhos.

A realização deste evento deve-se em muito ao trabalho desenvolvido pelo Dr. Abi Feijó com a abertura da Casa Museu de Vilar, que foi um dos parceiros na organização desta Festa da Animação.

Como teve oportunidade de destacar o dinamizador desta arte “em Lousada o cinema de animação vai estando cada vez mais presente e a realização deste evento permite ainda mais divulgação”.

 

 

CM Lousada

 

 

 

 

 

Lousada: Seminário sobre o “Envelhecimento bem-sucedido”

 

 

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CIIAD promove terceira edição do evento

 

Realiza-se na próxima sexta-feira, dia 7, o 3.º Seminário da Comissão Integrada para o Idoso e Adulto Dependente (CIIAD), que vai decorrer no Auditório Municipal.

A sessão de abertura está agendada para as 9h30, contando com a presença do Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lousada, Eng. Bessa Machado, o Presidente da Câmara Municipal, Dr. Pedro Machado, e o Diretor Executivo do ACES Tâmega III – Vale do Sousa Norte, Dr. Camilo Mota.

O primeiro painel vai ter como tema “A idade não depende dos anos mas sim da saúde”. As intervenções são da responsabilidade do Prof. Doutor João Barreto, da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, que vai falar sobre a “Qualidade de vida no processo de envelhecimento”.

A manhã tem continuidade com a intervenção da Dra. Teresa Salselas com “Aprendizagem ao longo da vida”.

O Dr. Freitas Gomes, professor universitário, vai apresentar a “Saúde mental e envelhecimento”. Segue-se “Envelhecer com saúde” contando com as intervenções da Dra. Carmo Lopes e da Enf.a Alexandra Pereira, do ACES Tâmega III – Vale do Sousa Norte.

O segundo painel, com início pelas 14h30, tem como mote “Algumas pessoas já nascem velhas, outras jamais envelhecem”.

Após a atuação da Tuna da universidade Sénior de Lousada (USALOU), vai ser apresentado o tema “Ser feliz em todas as idades”, pela Mestre Emília Moreira, da Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Viana do Castelo.

“A importância da família no processo de envelhecimento” é o tema apresentado pela Dra. Zaida Azeredo, da UNIFAI.

O tema que se segue é o “Envelhecimento e autonomia”, que está a cargo do Prof. Doutor Eduardo Pinto da Costa, professor catedrático do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto.

A última apresentação do dia é da responsabilidade da Prof.a Doutora Luísa Pimentel, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico de Leiria, que vai abordar o tema “Potenciar o envelhecimento bem-sucedido através da aprendizagem em contexto intergeracional”.

A CIIAD tem como entidade executora a Santa Casa da Misericórdia de Lousada, tendo diversos parceiros associados.

 

 

CM Lousada

 

 

 

Paredes: Art on Chairs anuncia vencedores do concurso "Desfrutar o Tejo"

 

 

 

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Propostas para mobiliário urbano no Cais do Sodré
Art on Chairs anuncia vencedores
do concurso “Desfrutar o Tejo”


Isabel Cristina Miranda Barbas, João Manuel de Matos Alves, Miguel Palmeiro, Daniel Caramelo e Bárbara Fachada são os vencedores

Já são conhecidos os vencedores do concurso-convite “Desfrutar o Tejo – Propostas para mobiliário urbano”, integrado no Art on Chairs 2014-15. O primeiro prémio foi atribuído à dupla Isabel Cristina Miranda Barbas e João Manuel de Matos Alves, o segundo, a Miguel Palmeiro, e o terceiro prémio coube a Daniel Caramelo e Bárbara Fachada.

“Desfrutar o Tejo” é promovido pela Câmara Municipal de Paredes, em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa no âmbito do Art on Chairs, e conta com a organização da Universidade de Aveiro, através do ID+ (Instituto de Investigação e Design, Media e Cultura), com a colaboração do MUDE – Museu do Design e da Moda, Coleção Francisco Capelo.

Esta edição tem por objetivo identificar soluções inovadoras e originais de mobiliário urbano enquanto componente indispensável da fruição do espaço público. As soluções propostas deveriam enquadrar-se no projeto de requalificação urbana previsto para o Cais do Sodré, Largo do Corpo Santo e envolventes, em Lisboa, da autoria de Bruno Soares Arquitetos. Além disso, os projetos concorrentes teriam de contribuir para o reforço da promoção da capacidade produtiva de excelência do tecido industrial de Paredes ao nível da transformação da madeira maciça e derivados.

 

EXPOSIÇÃO DE FÓSSEIS DE ANTONIO PATRÃO ESTÁ PATENTE NO CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA CULTURA LOCAL EM CASTELO DE PAIVA

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A floresta tropical do Pejão de há 300 milhões de anos
EXPOSIÇÃO DE FÓSSEIS DE ANTÓNIO PATRÃO
NO CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA CULTURA LOCAL
Edição de Novembro da “ National Geographic “ fala da colecção deste ex-mineiro paivense


Desde a tarde da passa sexta feira, que está patente ao público, no espaço do CICL – Centro de Interpretação da Cultura Local, em Castelo de Paiva, uma exposição de fósseis da colecção de António Patrão, um ex-mineiro de Castelo de Paiva, natural de Pedorido, que recolhe fósseis há mais de 30 anos, tendo a sua curiosidade pelos elementos paleontológicos começado quando encontrou uma trilobite numa pedra de uma casa em ruínas, tornando-se um apaixonado pela geologia e um admirador dos fósseis da Região Carbonífera do Pejão.

 

Esta exposição, subordinada ao tema “ A floresta tropical do Pejão de hà 300 milhões de anos “, assume grande importância pedagógica, sendo sustentada na colecção de Antonio Patrão, e recorde-se que, muitas das rochas que actualmente constituem o território continental português estavam há milhões de anos a ser apertadas por forças incalculáveis, para formar uma nova cadeia montanhosa : as Montanhas Variscas, quando se falava em massas continentais em colisão que ajudaram a formar a PANGEA, um super continente, formado em resultado do choque entre as principais placas litosféricas desse tempo, sendo nesse ambiente que se formaram as rochas que preservaram a informação sob a composição das florestas e restante biodiversidade dessa época, e que hoje é possível encontrar, estudar e admirar nos fósseis da região do Couto Mineiro do Pejão, conforme mostra esta exposição agora patente ao público, até ao final do ano, em Castelo de Paiva.

Depois de ter já sido apresentada em Vila Real, o Vereador da Cultura, José Manuel Carvalho evidenciou a generosidade e dedicação de António Patrão, felicitando o autodidacta pela excelente colecção que possui, enaltecendo a sua pronta disponibilidade para participar nesta exposição e nos estudos académicos que estão a ser desenvolvidos na região.

O responsável municipal realçou ainda, a importância da iniciativa, evidenciado o significado e interesse histórico da mesma, congratulando-se com a possibilidade de, agora, poder ser mostrada também em Castelo de Paiva, envolvendo toda a comunidade escolar e ajudando a potenciar a região com base nos recursos naturais e tendo em conta aquilo que se perspectiva para dinamizar turisticamente a região do Couto Mineiro do Pejão, ao mesmo tempo que evidenciou a importância de, a breve prazo, também Castelo de Paiva poder integrar o território do Geopark de Arouca, motivando ainda mais o interesse turístico pelo município paivense e ajudando a promover com maior amplitude todas as potencialidades que Castelo de Paiva apresenta neste sector.

Nesta cerimónia de abertura, destacou-se a intervenção do Prof. Artur Sá, do departamento de Geologia da UTAD - Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, que abordou com detalhe e clareza, a existência de outrora, de florestas tropicais em Portugal, as massas continentais que estiveram em colisão, o período geológico denominado Carbónico e enaltecendo também, o trabalho e dedicação de Antonio Patrão na recolha de fósseis há mais de três décadas, sendo que estes fosseis de elementos vegetais testemunham a existência de uma floresta luxuriante na região do Pejão há cerca de 300 milhões de anos.

E foi com uma quadra do António Aleixo, dizendo que, “ não sou esperto nem sou bruto. Nem bem nem mal educado. Sou
simplesmente o produto. Do meio onde fui criado “, que Antonio Patrão, agora jardineiro de profissão, se referiu à sua paixão por coleccionar fosseis já vão três dezenas de anos, evidenciando a satisfação que teve de ver o material descoberto numa exposição na UTAD em Vila Real e agora no seu próprio concelho, agradecendo a todos os que potenciaram e ajudaram a promover esta iniciativa cultural e a dar a conhecer a sua colecção.

Recorde-se que, na região do Pejão, é conhecida a existência de rochas com carvão deste os trabalhos científicos pioneiros de Daniel Sharpe (1849) e de Carlos Ribeiro (1863) e foi neste ambiente que se formaram as rochas que preservaram a informação sob a composição das florestas e restante biodiversidade desse tempo, e que hoje é possível encontrar, estudar e admirar no fosseis da região do Pejão, merecendo até, a colecção de António Patrão, destaque na edição de Novembro da prestigiada revista “ National Geographic Magazine “, que realça o “ hobby “ do ex-mineiro de Castelo de Paiva que, todos os Domingos, vai à procura de materiais paleontológicos na Bacia Carbonífera do Douro, referindo ainda, que o património geológico desta região está a ser inventariado e avaliado pela CM de Castelo de Paiva, que decidiu já avançar para a elaboração de um projecto para a criação de um espaço museológico para acolher estes materiais recolhidos.

A iniciativa, desenvolvida pelo Câmara Municipal de Castelo de Paiva, através da orientação da geóloga Eliana Ferreira, tem o apoio e a colaboração da UTAD - Universidade de Trás os Montes e Alto Douro, nomeadamente do seu departamento de Geologia da UTAD, bem como a pareceria do Arouca Geopark e o Comité Português para o Programa Internacional de Geociências da UNESCO, tendo marcado presença na sessão de abertura, as geólogasDaniela Rocha e Susana Bastos, do Arouca GeooPark, para além de autarcas locais, docentes, investigadores e outras entidades, como a ADRIMAG – Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras de Montemuro Arada e Gralheira.

 


Carlos Oliveira / Assessor de Imprensa

Gabinete de Imprensa e Relações Públicas

 

 

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