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Bárbara é a Bebé do Ano do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa

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O Bebé do Ano do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa (CHTS) é uma menina, chama-se Bárbara, é de Nespereira, Cinfães, e nasceu de parto normal às 01h00 do dia 1 de janeiro. 

Foi uma gravidez planeada e o parto estava previsto para 19 de janeiro, mas Bárbara não deu tempo ao pai para estacionar e assistir ao parto. Nasceu às 37 semanas com 3,040 quilos e 47 centímetros. É a segunda filha de Joana Vieira e Bruno Monteiro.

As Parafarmácias Bem Estar (Grupo Jerónimo Martins, Pingo Doce), numa iniciativa conjunta com o CHTS, ofereceram um cabaz de produtos ao primeiro Bebé do Ano 2016.

Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa

Câmara Municipal de Penafiel promove “Encontro de Cantares de Janeiras”

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A Câmara Municipal de Penafiel vai realizar no próximo dia 10 de janeiro, às 14h00, o “Encontro de Cantares de Janeiras”, no pavilhão de feiras e exposições de Penafiel.

A edição 2016 vai reunir dezenas de grupos de cantares, folclore e associações culturais, que vão cantar e dar as boas-vindas ao novo ano de 2016, numa iniciativa recheada de animação, muita música e boa disposição, reavivando assim a tradição do “cantar das janeiras”.

CM Penafiel

 

Amarante: Januário Godinho é "arquiteto tema" para debate sobre arquitetura e urbanismo

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A Câmara Municipal de Amarante e o Centro de Estudos Arnaldo Araújo da Escola Superior Artística do Porto (ESAP) organizam, no próximo dia 8 de janeiro, pelas 14:00, na Biblioteca Municipal Albano Sardoeira (BMAS), o evento “A Modernidade em debate – Encontro sobre arquitetura e urbanismo”, tendo como ponto de partida a obra de Januário Godinho (1910-1990), que será objeto de uma exposição documental paralela.

O Encontro terá início com uma Conferência proferida pela investigadora Fátima Sales, a que se seguirão dois painéis com a participação de especialistas em arquitetura moderna e estudiosos da obra de Januário Godinho: José Manuel Fernandes, Ana Nápoles, Rui Duarte, Susana Milão, António Guedes (Mesa 1) e Jorge Cunha Pimentel, Rui Bianchi, Luciana Rocha e Michele Cannatà (Mesa 2). No encerramento do Encontro, terá lugar mais uma Conferência, sendo oradora Ana Tostões.

De acordo com a investigadora Fátima Sales, “esta iniciativa integra os campos do urbanismo, da modernidade arquitetónica, da paisagem e da identidade cultural, com especial incidência nas obras de Januário Godinho, um arquiteto ímpar e crucial no quadro do desenvolvimento da arquitetura moderna em Portugal”.

Definindo, embora, Januário Godinho como o “arquiteto tema” do evento, Fátima Sales realça que o Encontro debaterá também o trabalho de outros arquitetos de renome com intervenção significativa em Amarante, como é o caso de Alcino Soutinho.

A obra de Januário Godinho em Amarante tem uma dimensão assinalável, sendo de sua autoria os edifícios do Tribunal, do Mercado Municipal e as casas dos Magistrados. Em meados da década de sessenta do século passado foi também responsável pelo Plano de Urbanização para a Baixa de Amarante.

 

Enquadramento

Januário Godinho faz parte da segunda geração de arquitetos modernos portugueses. Ingressa, em 1952, na escola Superior de Belas Artes do Porto para estudar Arquitetura, terminando o curso em 1932. Em 1941 submete-se ao CODA (Concurso para a Obtenção do Diploma de Arquiteto) com o projeto para o Hotel do Parque do Vidago, com o qual obtém a nota máxima de 20 valores. Enquanto estudante da Escola de Belas Artes, na altura sob a direção de Marques da Silva, faz parte do Grupo + Além (1929-31) que se destaca pela ação contestatária e inconformista. Iniciou a sua atividade profissional no ateliê de Rogério de Azevedo, no qual se afirma pela capacidade imaginativa e pela expressão gráfica. A obra de Januário Godinho desenvolve-se na sua expressão pública quando projeta, na cidade do Porto, para a OPCA (Sociedade de Engenharia de Obras Públicas e Cimento Armado), uma das mais emblemáticas obras do modernismo português: a Bolsa do Pescado (1933-34), em Massarelos.

De forma geral, a sua arquitetura revela a capacidade de integrar a experiência da tradição, o respeito pela natureza e pela paisagem nas conquistas da modernidade, destacando-se o forte impacto visual das suas realizações, assim como o seu carácter experimental e estrutural. No final dos anos cinquenta surgiram, no contexto internacional, as primeiras inquietudes que iniciam o processo de revisão crítica do Movimento Moderno. Januário Godinho destaca-se aí como uma das figuras mais proeminentes na transição da arquitetura dos mestres dos anos 20 para as realizações dos arquitetos que iniciam obra nos anos 50 e que se inspiravam e tinham por base os elementos de cada lugar concreto.

GAT | Comunicação

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