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Orfeão de Eiriz partilha palco com Tuna da Universidade do Porto

 

 

 

O Salão da Junta de Freguesia de Eiriz vai ser o palco do 5º Concerto do Orfeão de Eiriz no âmbito da programação cultural do município.
Eiriz recebe no próximo sábado, dia 30, pelas 21h30 um concerto inserido na programação do Ciclo da Música 2010, com o Orfeão da freguesia a abrir a noite e a Tuna da Universidade do Porto a encerrar. A noite promete sonoridades de grande qualidade.
 
CM Paços de Ferreira
 
 

Orfeão de Eiriz
 
Fundado em 1987 por um punhado de “Carolas” e com incentivo do então Bispo do Porto, D. José Augusto Pedreira, o Orfeão de Eiriz está sediado na freguesia de Eiriz, uma freguesia com tradições seculares na música, talvez a ruralidade do passado ajudasse a desenvolver tão boas vozes.
Durante os anos 60, havia muitos filhos da terra espalhados pelas diversas filarmónicas da região, que davam para formar uma banda e desde muito cedo que a população verificou que o grupo possuía qualidade e os convites para cantar com outros coros não se fizeram esperar.
Na década de 90 participaram em diversos programas televisivos e radiofónicos. No dia 30 de Junho de 2001, tiveram finalmente a inauguração da tão desejada sede, construída sob responsabilidade da Junta de Freguesia.
 
Maestro
Reinaldo Campos
 
Reinaldo Campos é um apaixonado pela música.
Muito cedo ingressou na Banda de Música de Paços de Ferreira, onde tem desenvolvido um notável trabalho, tanto a nível de executante de Feliscórneo como na sua escola de música, tendo formado muitos executantes, que pelo seu braço entram nas fileiras da Banda. Possui o curso de Regente de Bandas Civis e Coros e é contramestre na Banda de Paços de Ferreira. 
Além desse prestimoso trabalho, dá gratuitamente aulas de música nas freguesias do Concelho de Paços de Ferreira e orgulha-se de ter contribuído para o ingresso de muitos alunos no Conservatório e Escolas Superiores. Orgulha-se dos seus pupilos e estes depositam grande confiança no seu Mestre.
Nas horas vagas compõe músicas, muito bem aceites pela crítica.
Aquando da criação do Orfeão de Eiriz disse presente e nunca mais se desligou da causa.